(Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente)
Não é admissível mesmo, ministro!!! No último mês, o País recebeu cerca de 1,5 mil toneladas de lixo. Só no Porto de Santos, a Alfândega identificou 970 toneladas de lixo orgânico.
Em tempos de discussões sobre aquecimento global, escassez de recursos naturais, redução de materiais descartados, reciclagem e educação ambiental, ainda há pessoas que não entendem o tamanho da importância em dos 3 R's: REDUZIR, REUTILIZAR E RECICLAR.
Encaminhar resíduos de uma nação para a outra é proibido, é crime. Convenção de Basiléia!!! Lembram dela?! Será que teremos de ensinar aos britânicos que é possível reciclar certos produtos como garrafas plásticas, sacolas e outros tantos materiais encontrados na carga de "polímero" (descrição da carga na declaração de importação).
Quem é mesmo de primeiro mundo?!
HISTÓRICO - No dia 27 de julho, durante mais de uma hora, o ministro Carlos Minc vasculhou os prensados de lixo e enfrentou o mau cheiro. No tumultuado, Minc encontrou garrafas e sacos plásticos, lixo tecnológico, além de materiais em decomposição “Isso é uma coisa imoral e ilegal, e não é de hoje”, criticou o ministro Carlos Minc, declarando que não é a primeira vez que países exportam lixo ao Brasil.
A previsão era de que o processo de repatriação dos 48 cofres metálicos, armazenados no Rio Grande do Sul, tivesse início na última segunda-feira. Em seguida, as autoridades encaminharam a carga estocada no Porto de Santos (41 cofres). Mas, o atraso do cargueiro adiou a devolução dos contêineres e alterou a programação anunciada pelo Ministro.
Conforme o IBAMA, as cargas encontradas nos Portos de Santos e Rio Grande do Sul podem retornar no mesmo navio no próximo domingo, dia 2 de agosto. Se o navio, mais uma vez, não se atrasar.
Em tempos de discussões sobre aquecimento global, escassez de recursos naturais, redução de materiais descartados, reciclagem e educação ambiental, ainda há pessoas que não entendem o tamanho da importância em dos 3 R's: REDUZIR, REUTILIZAR E RECICLAR.
Quem é mesmo de primeiro mundo?!
HISTÓRICO - No dia 27 de julho, durante mais de uma hora, o ministro Carlos Minc vasculhou os prensados de lixo e enfrentou o mau cheiro. No tumultuado, Minc encontrou garrafas e sacos plásticos, lixo tecnológico, além de materiais em decomposição “Isso é uma coisa imoral e ilegal, e não é de hoje”, criticou o ministro Carlos Minc, declarando que não é a primeira vez que países exportam lixo ao Brasil.
A previsão era de que o processo de repatriação dos 48 cofres metálicos, armazenados no Rio Grande do Sul, tivesse início na última segunda-feira. Em seguida, as autoridades encaminharam a carga estocada no Porto de Santos (41 cofres). Mas, o atraso do cargueiro adiou a devolução dos contêineres e alterou a programação anunciada pelo Ministro.
Conforme o IBAMA, as cargas encontradas nos Portos de Santos e Rio Grande do Sul podem retornar no mesmo navio no próximo domingo, dia 2 de agosto. Se o navio, mais uma vez, não se atrasar.
Fotos: Divulgação MMA/Jefferson Rudy
2 comentários:
Pior de tudo isso é saber que o responsável pela importadora que trouxe o lixo dos "gringos" para o Brasil é um brasileiro.
Outra coisa ridícula e inaceitável, é uma empresa ter pago para importar plástico? Que história é essa? Será que o Brasil não produz o suficiente desse material para reutilizá-lo?
Temos que gritar para todos o que acontece com o meio ambiente e exigir que todos, de primeiro, segundo ou terceiro mundo, respeitem nosso País.
É questão de respeito mesmo! (a falta dele, na verdade)
Talvez isso faça parte daquele sentimento de boa vizinhança que o Brasil sempre tem, em relação aos outros países. A Carmem questiona bem: “Será que o Brasil não produz o suficiente para reciclar?”. Mas aí falou mais alto o interesse desse brasileiro que negociou e encomendou o contêiner.
A sensação, ao ver o descarregamento de tal encomenda, é de que somos os bobões que nada fazem, quando chega um vizinho sem o menor senso e pinta e borda em nosso jardim. Isso me lembra um texto de um poeta do Rio de Janeiro, Eduardo Alves da Costa, feito nos anos 60:
“Na primeira noite eles se aproximam,
Colhem uma flor de nosso jardim
E não dizemos nada.
Na segunda noite,
Já não se escondem:
Pisam nas flores, matam nosso cão
E não dizemos nada.
Até que um dia,
O mais frágil deles
Entra sozinho em nossa casa,
Rouba-nos a lua e,
Conhecendo nosso medo,
Arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada,
Já não podemos dizer nada.”
(“Caminhos com Maiakóvski” [fragmento], de Eduardo Alves da Costa)
Bem registrado, pessoal!
Sucesso a todos!
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